quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Sim... eu sei...


... isto anda um bocado parado. Mas há uma boa (espero eu!) razão.

Por mais voltas que dê não me agradam os "templates" (o aspecto que o blog pode ter) predefinidos pelo Blogger. Depois de muito procurar as ideias originais que outras pessoas poderiam ter, e não ter encontrado nenhuma que me agradasse, decidi finalmente mexer-me e aprender como se faz um de raíz. Daí estar um bocado longe, mas eu volto, juro.

E quando voltar, espero que seja em grande, com uma cara nova para o meu blog (ou não).

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

A Passagem de Ano Segundo André Ventura (10 anos)


Quando a minha colega Augusta me descreveu o desenho que o seu filho André fez sobre o Ano Novo achei que a ideia era fantástica. Por isso, pedi-lhe que perguntasse ao André se ele me autorizava a publicá-lo no meu blog. E aqui está ele.

O gesto do André é ainda mais extraordinário visto ele não me conhecer de todo e, além do mais, disponibilizou-se a fazer algo que eu sei que ele não gosta muito: pintar. Fez o especial favor de pintar o seu desenho para que tivesse uma melhor leitura ao ser publicado no blog de uma desconhecida colega da sua mãe.


Obrigada André!

domingo, 7 de janeiro de 2007

E Tudo o Vento Levou


Quando me propuseram, pela primeira vez, ver o filme "E Tudo o Vento Levou" concordei mas com alguma apreensão. Pensei que fosse mais um daqueles filmezinhos românticos típicos da época em que o galã é um tipo perfeito, rígido e mesmo assim altamente sedutor, e a "galoa" desmaia nos seus braços com qualquer beijito.

Fiquei agradavelmente surpreendida porque tanto o galã como a "galoa" são dois bons patifes e a história alterna entre o drama, o romance e a comédia. Tem é que se dar o devido desconto ao trabalho de representação dos actores, eram outros tempos em Hollywood e as exigências dramáticas eram, também, outras. Mesmo assim, não está nada mal.

Depois de saber que o filme tinha sido baseado no livro blockbuster dos anos 30 andei anos à sua procura. Queria saber o porquê. Finalmente, consegui encontrá-lo nas prateleiras de uma livraria. Comprei, li e adorei.

Além da história de Scarlett e Rhett, à qual já tinha achado imensa piada quando vi o filme, é possível ler de forma detalhada sobre a Guerra Civil Americana e as consequências do pós-guerra do ponto de vista dos perdedores, não dos líderes mas dos habitantes. Cheguei a recear que Margaret Mitchell, a autora, demonstrasse simpatia pela escravatura e pela organização aberrante que é a KKK, mas não.

Vale a pena ver o filme e mais ainda ler o livro (que provavelmente só se encontrará dividido em 2 volumes).

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Um filme feliz para abanar o pé


Admito desde já que adoro filmes de animação. Felizmente nunca perdi esse gosto de infância. Que bem que me sabe sentar-me num cinema e deixar-me distrair durante uma hora e tal por bonecos divertidos que contam histórias e transmitem sentimentos de forma inocente, mas não menos profunda graças à inteligência com que hoje são escritos os guiões, e apreciar a interpretação vocal de grandes actores (que excelente ideia terem começado a usar as vozes de actores que já vimos em carne e osso).

O último filme de animação que vi, e recomendo, é "Happy Feet". Não vou fazer uma antevisão da história porque isso encontra-se em qualquer lado. Quero é deixar aqui a minha opinião.

É um filme divertido que aproveita muito bem a música que, ao contrário do que é costume, não serve para contar a história. Serve para dar ênfase às emoções que estão a ser transmitidas e não só... (para saber para que mais serve a música, é melhor ver o filme) O que é certo é que, às tantas, só alguém muito impermeável áquilo que vê e ouve, e que concerteza não terá vontade nenhuma de gastar o dinheiro do preço exorbitante de um bilhete para ver um filme destes, não sente vontade de agitar ou bater o pé ao mesmo ritmo que Mumble (a personagem principal) executa o seu fantástico "sapateado". E quanto a Robin Williams... bem... mais uma vez, não há descrição possível. É gargalhada garantida.

Para quem aprecia este estilo de cinema, ou mesmo para quem está disposto a experimentar, fica aqui a recomendação. Em versão original, claro.